Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Saúde > Jacobina reabre maior hospital municipal do interior da Bahia; Hospital Regional Vicentina Goulart
Início do conteúdo da página

Jacobina reabre maior hospital municipal do interior da Bahia; Hospital Regional Vicentina Goulart

Publicado: Quinta, 09 de Janeiro de 2020, 14h04 | Última atualização em Quinta, 09 de Janeiro de 2020, 23h08 | Acessos: 927

 

imagem sem descrição.
 A população da cidade de Jacobina, situada no norte da Bahia, passa a contar nvamente com o atendimento do Hospital Vicentina Goulart, que estava fechado desde 2013. O ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, participou, nesta sexta-feira (20), da reinauguração do hospital que é considerado o maior do interior do Estado. A novidade vai beneficiar cerca de 500 mil pessoas de Jacobina (BA) e de outros 24 municípios da região e desafogar as unidades de saúde da capital do estado, Salvador (BA).
 
Durante a cerimônia, o ministro recebeu o título de honra ao mérito no exercício de suas funções como ministro da Saúde. Atendendo a um pedido do município, o ministro se comprometeu a comprar equipamentos necessários para o funcionamento do hospital. “Eu garanto os recursos do Ministério da Saúde para compra desses equipamentos e com o recurso local, vocês investem em outras áreas do hospital. A partir de agora a luta é nossa e juntos vamos beneficiar a saúde de milhares de pessoas do interior da Bahia. Em um ano esse país está andando para frente. O Brasil volta a ter respeito e a tendência é mais investimento no país”, concluiu o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
 
Para a população, a reabertura do hospital representa mais acesso a consultas, cirurgias, exames e medicamentos. O hospital é especializado em atendimentos de média e alta complexidade, com especialidades em clínica geral, traumatologia, ortopedia, oftalmologia e oncologia. Além disso, o hospital é referência em cirurgias eletivas, como de catarata, varizes e colocação de próteses de quadril e joelho, por exemplo, que não são de urgência e podem ser marcadas. Por mês, o hospital tem capacidade de fazer até 250 cirurgias eletivas.
 
O hospital tem também uma ala de diagnóstico para radiologia e ultrassonografia, que tem muita demanda na região. A unidade vai reiniciar os atendimentos com 50 leitos e cinco salas de cirurgia. A meta é chegar a 210 leitos, que é o que comporta a estrutura do hospital. No total, 130 profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros, trabalharão no atendimento à população.
 
Para garantir o atendimento e funcionamento do hospital, em julho deste ano,o Ministério da Saúde liberou R$ 9,5 milhões para custeio das operações, através de emendas parlamentares, o que possibilitou a reabertura da unidade.
Fim do conteúdo da página